2008 SERÁ O ANO DO MARKETING DIRETO E DA INTELIGÊNCIA DE MERCADO
Por Mônica Coscarella, jornalista do Mercado Corporativo do Rio de Janeiro
As vendas mundiais impulsionadas por Marketing Direto atingiram US$ 1,93 trilhão no ano passado e a expectativa é que até 2011 haja um aumento de 6,3% nesta cifra, de acordo com dados da Direct Marketing Association (DMA).
O crescimento do mercado de Marketing Direto no Brasil, a ampliação do número de empresas que compõe o segmento e os investimentos nesse setor, comprovam a importância dessa atividade como alavanca poderosa para a viabilização de novos negócios.
As empresas que não estiverem trabalhando com inteligência de mercado estarão fadadas ao fracasso.
Por muitos anos, o marketing direto ficou resumido, em parte, ao envio de mala direta. As empresas do ramo tinham que fazer um esforço sobre humano para mostrar que seus serviços eram muito mais amplos e que não se restringiam apenas ao envio de carta e vendas pelo correio. Hoje, graças à globalização e à própria concorrência, as empresas estão se modificando e mostrando seus grandes diferenciais no mercado.
Agora, quando falamos em Marketing Direto falamos em estratégias, em mensuração de resultados, inteligência de mercado, banco de dados e, também, de mala direta.
Com base na informação, o retorno das campanhas de Marketing Direto é perfeitamente mensurável e previsível. Somente o Marketing Direto pode atingir perfeitamente o nicho desejado, segundo critérios de segmentação geográficos, demográficos, psicográficos e até mesmo de comportamentos de compra passados.
2008 será o ano do Marketing Direto.
Uma excelente alternativa para aqueles que procuram melhores resultados para o seu negócio, pois estabelece uma comunicação direta, inteligente e eficiente com o cliente. Uma ferramenta importante. Um grande diferencial competitivo, um método de melhor servir e de manter clientes ativos, prática que está sendo adotada somente pelas empresas com maior visão.